Planejamento · aposentadoria

Simulador de aposentadoria

Converta uma renda desejada no futuro em capital alvo e em um aporte mensal estimado para chegar lá.

Planejamento de aposentadoria costuma ficar abstrato quando a conversa para em “rentabilidade” ou “longo prazo”. Esta página faz o caminho inverso: você informa a renda mensal que gostaria de ter, o prazo até a aposentadoria, o capital que já acumulou e premissas simples de retorno e saque. O simulador traduz isso em patrimônio alvo e em aporte mensal necessário.

Parâmetros

Informe meta de renda, prazo e premissas.

A conta estima o patrimônio alvo e o aporte mensal necessário a partir das premissas informadas.

link compartilhável
R$
anos
R$
% a.a.
% a.a.
Voltar à biblioteca

Capital alvo

Patrimônio estimado para sustentar a renda mensal desejada usando a taxa de saque escolhida.

Capital que o patrimônio atual projeta

Quanto o capital já acumulado pode virar sozinho, sem novos aportes.

Renda suportada pelo capital atual

Leitura útil para entender o tamanho do gap entre a meta e o ponto de partida.

Entenda a conta

capital alvo ≈ renda anual desejada ÷ taxa anual de saque

O que esta simulação realmente responde

O simulador não tenta adivinhar o futuro. Ele organiza a decisão. A pergunta central é: dado um padrão de renda que você quer sustentar lá na frente, qual patrimônio precisa acumular e qual esforço de aporte isso exige? É uma ferramenta para calibrar meta, prazo e retorno esperado, não para prometer resultado.

A taxa anual de saque é a ponte entre renda desejada e capital necessário. Se você quer R$ 12 mil por mês e trabalha com uma taxa anual de saque de 4%, a conta aponta para um capital significativamente maior do que muita gente imagina à primeira vista. Por isso essa página é útil: ela obriga a meta a caber em números, não em intenção.

Como ler o aporte mensal

O aporte estimado depende de quatro elementos: renda futura desejada, prazo até a aposentadoria, capital já acumulado e retorno real anual. Mudanças pequenas nessas premissas costumam alterar bastante o esforço mensal necessário. Em geral, alongar prazo e começar cedo pesa tanto quanto buscar taxas melhores.

Erros comuns nessa projeção

  • Confundir retorno nominal com retorno real e esquecer o efeito da inflação.
  • Usar uma taxa de saque agressiva demais para o padrão de risco desejado.
  • Subestimar o impacto de mais alguns anos de acumulação.
  • Planejar só pela renda mensal sem transformar a meta em capital alvo.

Relacionadas

Outras páginas úteis para refinar o plano.

Estas calculadoras ajudam a calibrar a taxa, a acumulação e a comparação entre veículos possíveis.