Quais fundos têm esse ativo
O caminho inverso: parta de uma debênture ou ação e veja quais fundos declararam a posição.
Abrir ferramentaFerramenta · dados públicos da CVM
Busque um fundo pelo nome, pelo gestor ou pelo CNPJ e veja como o patrimônio dele está distribuído entre títulos públicos, crédito privado, ações, cotas de outros fundos e emissão bancária — conforme declarado à CVM.
É o caminho inverso da consulta por ativo: em vez de perguntar quem tem um papel, você parte do fundo e vê o que ele declarou ter. O dado vem da CDA (Composição e Diversificação das Aplicações), que todo fundo brasileiro entrega mensalmente à CVM.
Carregando a base de fundos...
Distribuição do patrimônio entre as classes de ativo declaradas à CVM, somando todos os blocos da CDA: títulos públicos, crédito privado, ações, cotas de outros fundos, emissão bancária e derivativos.
Esta tabela cobre debêntures, ações e BDRs — o bloco da CDA em que cada papel tem código próprio. Clique no código para ver quais outros fundos declararam o mesmo papel.
| Código | Categoria | Valor declarado | % do declarado |
|---|
Este fundo não declarou debêntures, ações ou BDRs nesta competência — apenas as classes exibidas no gráfico acima. Por isso não há lista de papéis com código.
A CDA organiza a carteira de um fundo em blocos por tipo de ativo. O gráfico de composição lê todos eles: títulos públicos federais, debêntures e demais papéis de crédito privado, ações e BDRs, cotas de outros fundos, letras financeiras e CDBs, além de derivativos. Na prática, a soma tende a fechar o patrimônio líquido declarado, e a página informa junto do gráfico exatamente qual percentual do patrimônio ele cobre.
Já a tabela detalhada de papéis cobre um recorte menor: debêntures, ações e BDRs. Isso não é limitação de dado, e sim de identidade. Só nesse bloco cada papel tem um código próprio, como CSAN33 ou PETR4, que permite listar item a item e cruzar com outros fundos. Nos demais blocos a identificação é por emissor, por vencimento ou por descrição livre, o que exige um modelo de consulta diferente.
Vale a atenção de sempre: quando a cobertura informada for bem abaixo de 100%, parte da carteira não constava na competência — em geral por sigilo temporário. Ler o gráfico como retrato completo, nesse caso, seria erro.
Gráfico circular funciona bem para poucas fatias e mal para muitas. As classes de ativo são no máximo seis — e, quando há mais, as menores são somadas em "Outros" em vez de virarem lascas ilegíveis. Já as posições individuais chegam a centenas em alguns fundos, com códigos parecidos entre si: nesse caso, barras horizontais permitem comparar magnitudes com precisão, o que uma pizza de dezenas de fatias tornaria impossível.
As cores seguem a categoria do ativo, sempre as mesmas, e a leitura nunca depende só delas: cada fatia e cada barra vêm com rótulo e valor, e a tabela completa está logo abaixo.
A métrica nas 10 maiores mostra quanto do valor em debêntures, ações e BDRs está nas dez maiores posições desse recorte. Um número alto significa que o valor está distribuído entre poucos papéis; um número baixo, entre muitos.
É uma descrição aritmética da carteira declarada, e não uma avaliação. Concentração não é boa nem ruim por si só: depende do mandato do fundo, da estratégia, do prazo e do que está nas classes que esta ferramenta não cobre. Fundos de estratégias diferentes não são comparáveis por esse número.
Todos os números vêm dos arquivos públicos da CVM, disponíveis em dados.cvm.gov.br, sem custo e sem cadastro. Cada competência ocupa cerca de 180 MB em arquivos CSV. Esta página não avalia, não classifica e não recomenda fundos nem ativos: ela reorganiza informação pública para que a consulta seja possível em segundos.
A base é atualizada automaticamente quando a CVM publica uma nova competência, e a data de referência aparece sempre junto do resultado.